"Qual
o estado da alma na sua primeira encarnação?
- O da infância na vida corporal. A inteligência
então apenas desabrocha: a alma se ensaia para
a vida". (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos,
Pergunta 190).
"A encarnação
é uma necessidade até ao momento
em que, alcançado um certo ponto de desenvolvimento
intelectual, o espírito está apto a receber
o precioso dom, mas tão perigoso, do livre arbítrio".
(J. B. Roustaing, Os Quatro Evangelhos, Tomo Primeiro,
Item 59, p. 322). (Itálicos do autor).
"(...) quando o livre arbítrio
atinge um desenvolvimento completo, os Espíritos
fazem dele bom ou mau uso, uns logo no início
da vida espiritual consciente, outros em pontos
mais ou menos adiantado da carreira". (J. B. Roustaing,
Os Quatro Evangelhos, Tomo Primeiro, Item 57, p. 309).
(Itálicos do autor).
"A encarnação
humana, em princípio, é apenas
conseqüente à primeira falta, àquela
que deu causa à queda. A reencarnação
é a pena da reincidência, da recaída,
pois que todas as vossas existências são
solidárias entre si". (J. B. Roustaing,
Os Quatro Evangelhos, Tomo Primeiro, Item 59, p. 324).
(Itálicos do autor).
"Como pode a alma, que não
alcançou a perfeição durante a
vida corpórea, acabar de depurar-se? -
Sofrendo a prova de uma nova existência".
(Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Pergunta
166). (Os grifos são nossos).
"A provação
é uma luta que ensina ao discípulo
rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho
e da edificação". (Emmanuel, O Consolador,
Trecho da Resposta a Pergunta 246). (Os grifos são
nossos).
"Qual o fim objetivado com
a reencarnação? - Expiação,
melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde
a justiça". (Allan Kardec,
O Livro dos Espíritos, Pergunta 167). (Os grifos
são nossos).
"A expiação
é uma pena imposta ao malfeitor
que comete um crime". (Emmanuel, O Consolador,
Trecho da Resposta a Pergunta 246). (Os grifos são
nossos).
"Os Espíritos podem
conservar-se estacionários, mas não retrogradam.
Em caso de estacionamento, a punição deles
consiste em não avançarem, em recomeçarem,
no meio conveniente à
sua natureza, as existências mal empregadas".
(Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Resposta
à Pergunta 178-a). (Os grifos são nossos).
"(...), uma vez preparados
a ser humanizados, eles caem, na encarnação
humana, conforme o grau de culpabilidade e nas condições
apropriadas às exigências da expiação
e do progresso ou em terras primitivas, ou
em mundos já habitados por espíritos que
faliram anteriormente". (J. B. Roustaing, Os Quatro
Evangelhos, Tomo Primeiro, Item 57, p. 309). (Itálicos
do autor).
Quando caem em processos de humanização,
terão os espíritos de evoluírem
em dois planos de vida: físico e extra-físico,
não sendo mais possível a vida permanente
nos mundos fluídicos ou mais sutis, e isso se
deve às leis de causa e efeito. Os erros cometidos
em cada plano, só poderão ser resgatados
no plano onde as ações foram materializadas
ou cometidas, daí a reencarnação
ser definida como provação e expiação,
destinadas aos seres rebeldes, preguiçosos e
ou malfeitores:
"Não se seria mais
feliz permanecendo na condição de Espírito?
- Não, não; estacionar-se-ia e o que se
quer é caminhar para Deus". (Allan Kardec,
O Livro dos Espíritos, Pergunta 175-a).
"Imagine que cada um de
nós, renascendo no planeta, somos portadores
de um fato sujo, para lavar no tanque da vida humana.
Essa roupa imunda é o corpo causal,
tecido por nossas mãos, nas experiências
anteriores". (André Luiz, Nosso Lar,Capítulo
12, p.70). (Os grifos são nossos).
O impulso inicial da revolta, matriz interior, capaz
de gerar a primeira e a segunda queda, continua existindo
no movimento do ser, na sua estrutura mais íntima,
podendo eclodir no plano espiritual, na reencarnação
ou vir a afastá-lo do planeta, onde reiniciou
o desenvolvendo de seus esforços evolutivos:
"Quais os que têm
de recomeçar a mesma existência? Os que
faliram em suas missões ou em suas provas".
(Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Pergunta
178-b).
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