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OS CORPOS
Esta seqüência de figuras objetiva fixar
conceitos e imagens. Nelas foram retratados nas posições
frontal, de perfil e meio perfil dorsal, os três
primeiros veículos de expressão da alma,
figuras 24,
25
e 26:
o corpo físico, o duplo etérico - camada
azulada e o corpo astral - camada rosa. Já
nas figuras 27,
28
e 29,
o processo se repete e é ampliado, acrescentando-se
à quarta unidade o corpo mental - camada amarelo
acinzentado. As outras estruturas serão estudadas
nas próximas etapas de desenvolvimento do tema
em nosso portal.
A seqüência é novamente para reafirmar
que o perispírito, quando considerado como sinônimo
de corpo astral, é apenas uma unidade, mas quando
visto a partir da definição inicial de
envoltório do espírito é
um complexo heterogêneo de campos vibracionais
ascensionais, uma matriz organizadora multifacetada,
um conjunto de campos energéticos (adensados
e tênues).
Quando o estudamos como unidade, podemos falar em perda
do perispírito como perda do corpo astral, mas
quando o vemos como campos estruturadores multidimensionais,
a marca de sua perenidade, expressando evolução
e purificação, a partir da transformação
da personalidade torna-se evidente:
"O perispírito se
depura à medida que o Espírito se aproxima
da perfeição". (O Livro dos Espíritos,
perg. 196-a).
E na pergunta 186, os Espíritos Reveladores
já nos mostravam a sua longa permanência:
"Nesses mundos até mesmo esse envoltório,
o perispírito, torna-se tão etéreo
que para vós é como se não existisse.
É o estado dos Espíritos puros".
Não há, portanto, contradição
entre as anotações de André Luiz,
quanto à perda do perispírito e os ensinos
da Codificação. Em um é focalizada
a unidade, no outro, o conjunto. Nos ensinos do primeiro
geralmente o perispírito e definido como sinônimo
de Corpo Astral, já nas instruções
do Codificador, um envoltório de longa duração:
"Sabemos que, quanto mais
eles (os Espíritos) se purificam, mais
a essência do perispírito se torna etérea,
do que segue que a influência material diminui
à medida que o Espírito progride, quer
dizer, à medida que o próprio perispírito
se torna menos grosseiro." (O Livro dos Espíritos,
item 257) (Os termos em itálicos são nossos).
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