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O DUPLO ETÉRICO
Essa seqüência de pranchas é talvez
a mais importante da série de nossas tentativas
de materializações do homem e seus corpos.
Nelas buscamos retratar o duplo etérico e o corpo
físico associados, mas detalhando o duplo em
sua estrutura mais íntima. Se considerarmos os
corpos que estamos descrevendo nas várias figuras
que estudamos ou vamos estudar, em seu dinamismo, como
energia, emanações, eflúvios, devemos
esquecer as imagens e pensar apenas em ondas, campos,
linhas de força, interações, não
localidade etc., mas se a semelhança dos modelos
teóricos de um átomo, quando nos é
possível descrevê-lo, ora como onda, ora
como partícula, fizemos o mesmo, e tentamos mostrar
a aura ou as expansões vibracionais do corpo
perispiritual como estruturas nos parâmetros de
um tecido físico explorado sob a ótica
de um microscópio, assim, veríamos que
toda a aura, as suas "camadas" e também
os chakras seriam constituídos ou formados de
microtúbulos que podem ser vistos, com maior
precisão, no nível de duplo etérico,
como mostram as figuras 12,
13
e 14.
Os microtúbulos estão superdimensionados,
ampliados milhões de vezes e, separadamente,
são mostrados na figura 15.
Compreendendo que o corpo físico e o duplo etérico
são cópias do corpo perispiritual e que
as suas configurações anátomo-fisiológicas
refletem as estruturas perispirituais pré-existentes,
e não ao contrário, e que é o perispírito,
e não o nosso organismo transitório, o
molde fundamental da existência, fica fácil
entender que os nossos poros, além das inúmeras
funções que já desempenham, retratam
em sua formação anatômica os microtúbulos
e são verdadeiras antenas, elementos receptivos
e de projeção participando ativamente
dos processos de movimentação ou assimilação
de correntes mentais.
André Luiz no seu Nos Domínios da Mediunidade
no capítulo V nos diz:
"(...) A emissão mental de Clementino,
condensando-lhe o pensamento e a vontade, envolve Raul
Silva em profusão de raios que lhe alcançam
o campo interior, primeiramente pelos poros,
que são miríades de antenas sobre
os quais essa emissão adquire o aspecto de impressões
fracas e indecisas. Essas impressões apóiam-se
nos centros do corpo espiritual, que funcionam
a guisa de condensadores, atingem, de imediato, os cabos
do sistema nervoso, a desempenharem o papel de preciosas
bobinas de indução (...)". Anteriormente,
no mesmo capítulo, descrevia: "(...) observei-lhe,
então, todo o busto, inclusive braços
e mãos sob vigorosa onda de força, a
eriçar-lhe a pele, num fenômeno de
doce excitação, como que "agradável
calafrio"".
Os microtúbulos vão se "afunilando"
e tornando-se cada vez menores, até também
penetrarem os poros das membranas celulares, atingindo
assim o citoplasma das células. Como o citoplasma
das células é constituído em grande
porcentagem de água, e sabendo que a água
é uma das substâncias mais facilmente magnetizável,
poderemos entender que o nosso bem estar ou os nossos
males físicos de qualquer etiologia, são
frutos primários da nossa forma de ser e pensar
poderíamos assim afirmar, com base nesses conceitos,
que: "Diga-me o que pensas que te direi a doença
que terás". Logicamente, a repercussão
muitas vezes não é imediata, e também
outros fatores estarão em jogo, mas, durante
os mecanismos de substituição celular,
o dínamo mental influenciando as células
em seu estado de mitose, vai gerando células
filhas de menor resistência e qualidade, até
que os elementos de desagregação constantemente
cultivados e emitidos tumultuam os serviços celulares
e ensejam a materialização de patologias
graves e de longo curso. Que ninguém se engane
das responsabilidades e conseqüências quando
movimentar as forças vivas do pensamento.
Como o pensamento à feição de
raios dinâmicos, como correntes de partículas,
em um turbilhão de forças, circula em
circuito fechado no nosso complexo fisio-psíquico
antes de exteriorizar-se, irradiando-se pelo espaço
à semelhança da propagação
da luz, poderemos atestar com absoluta certeza que realmente
ninguém fere ninguém sem primeiro ferir-se.
Os frutos mentais que ofertamos são antes de
tudo consumidos por nós mesmos. Além do
pensamento se espraiar, como um plasma sutil, de forma
quase instantânea por todos os campos ou corpos
multidimensionais, devido à interpenetração
dos corpos e estruturas similares e adjacentes em contato
permanente e contínuo, ele ainda atinge, ou bombardeia,
as nossas células, provocando influências
não só do ponto de vista psíquico
como físico, causando transformações
moleculares e atômicas, alterações
anatômicas, fisiológicas e metabólicas,
pelos mecanismos dos centros de força e pelos
microtúbulos dos tecidos áuricos, à
semelhança de um circuito elétrico a se
espraiar por um condutor. É assim que ondas sublimadas
ou perturbadoras geram saúde ou doença
em nossas vidas, dependendo da direção
e da qualificação que viermos a dar às
nossas correntes mentais.
Nos estudos recentes de neurobiologia, algumas hipóteses
vêm sendo levantadas da possível existência
de microtúbulos formando as células e
os processos de interação e transmissões
neuronais. Talvez esses microtúbulos, que estão
começando a serem estudados, possam ser a contraparte
física das unidades espirituais de que os corpos
sutis são formados, dentro de nossa visão
e entendimento:
"Técnicas desenvolvidas
por Andrew Maniotis, Donald Ingber e seus colaboradores
permitem a visualização dos microtúbulos
no interior de células vivas e as experiências
realizadas demonstram que mudanças conformacionais
no citoesqueleto formam e reformam sua configuração
interna a fim de criar mobilidade". (Jeffrey Satinover,
O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).
"Os elementos estruturais
básicos dos organismos unicelulares mais primitivos
e evolucionariamente mais antigos são, de forma
semelhante, os mesmos microtúbulos, sugerindo
mais fortemente como essas estruturas são fundamentais
para a vida". (Jeffrey Satinover, O Cérebro
Quântico, Capítulo XIV).
Os microtúbulos tanto em relação
ao corpo físico, quanto aos corpos sutis, seriam
estruturas ocas, tubos ou canudos compostos por inúmeros
blocos de moléculas idênticas. Em se referindo
ao corpo físico, essas moléculas seriam
proteínas.
Os estudiosos da física quântica sustentam
que a existência desses microtúbulos poderia
explicar os efeitos quânticos no nosso organismo,
cérebro e mente:
"Conforme foi descrito por
um pesquisador de Harvard: "Um quadro coerente
está finalmente começando a surgir. [...]
um sistema de transdução de sinais de
"pensamento" [...] integra informações
multifacetadas e, algumas vezes, conflitantes de forma
a desencadear a resposta biológica apropriada".
Deste modo, a rede interna microtubular
dos neurônios exerce um papel chave no estabelecimento
da fiação da rede neural macroscópica
do cérebro". (Jeffrey Satinover, O Cérebro
Quântico, Capítulo XIV).
Essa rede microtubular não seria patrimônio
físico apenas, mas conforme nossas observações,
seriam, na verdade, representações físicas
das unidades menos densas do nosso complexo psíquico,
um sistema físico e sutil, multidimensional e
interdimensional de transdução das nossas
forças físicas, etéricas, astrais,
mentais, etc..
Além dos neurônios, os organismos unicelulares,
os fusos mitóticos, e inúmeras outras
estruturas, seriam formados desses microtúbulos
que realizariam funções diversas conectando
o macrocosmo ao microcosmo: o transporte intracelular
de organelas, os movimentos de cílios e flagelos,
a divisão cromossômica, as modificações
de sinais de um meio para outro, a comunicação
entre o núcleo e o interior das células
formariam um dos conjuntos de possíveis funções
dos microtúbulos:
"As pontas de uma rede de
microtúbulos estão fisicamente ligadas
a outras partes da célula (por exemplo, as organelas,
o núcleo e as membranas citoplasmáticas),
de tal modo que o processamento paralelo, a sinalização
e a transdução de forças físicas
constituem uma função integrada e sem
interrupções". (Jeffrey Satinover,
O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).
Função integrada, sincrônicas,
correlacionadas em processamento inteligente e auto-organizado
transmitindo sinais, padrões de ondas ou forças
de uma estrutura para outra, de um mundo dimensional
para outro, assimilando correntes mentais próprias
ou dos outros, quando em ressonância, materializando
estados saudáveis ou disfunções,
distonias e patologias em diversos níveis:
"Por exemplo, evidências
recentes sugerem que, dentro do neurônio, a localização
da patologia primária do mal de Alzheimer se
acha nos microtúbulos". (Jeffrey Satinover,
O Cérebro Quântico, Capítulo XIV).
A figura 16
mostra os chakras na superfície do duplo etéreo,
inclusive alguns pesquisadores gostam de denominar de
chakra apenas esses centros situados no corpo vital,
deixando a expressão centros vitais ou de força
para os demais centros dos outros corpos sutis. Já
as figuras 17
e 18 tentam materializar
as vibrações e as múltiplas emissões
dos chakras, dando o aspecto de raios aos microtúbulos,
aliás, esta é a descrição
que encontramos em vários livros que trazem relatos
de pesquisadores, videntes ou clarividentes. |