| 8 – Levar ao reconhecimento
que somente pelo AMOR realizaremos o ministério
da unificação, compreendendo que o amor
é a única estrada que verdadeiramente
nos conduz a Deus. Entendendo, porém, por amor,
todo espírito de sacrifício, renúncia,
bondade, religiosidade, altruísmo, obediência,
entrega, intuição...
9 – Empregar com determinação e
diligência, para a concretização
de todos os objetivos e finalidades da instituição,
as únicas armas reais de conquista: a retidão,
a bondade, o sacrifício, o amor, aprendendo,
ouvindo e purificando a nossa personalidade, para que
tudo se torne ascensão e transformação
interior.
10 – Despertar coletivamente a luz de uma nova
consciência, de uma consciência maior, permitindo
que o problema do conhecimento seja resolvido pela universalidade
e comunhão do eu, tornando-nos colaboradores
conscientes do Supremo Senhor, possibilitando o nascimento
de uma nova civilização: A Civilização
do Espírito.
11 – Vivenciar com as forças do Espírito
a síntese de todos os caminhos: a Ciência
da Filosofia, a Filosofia da Religião e a Religião
da Ciência, tendo na chama da Religiosidade Primordial,
a verdadeira espiritualidade, revelando o Cristo Cósmico
como patrimônio de toda humanidade e não
adorno desta ou daquela religião edificada pelo
homem, que julga possuí-Lo com exclusividade,
isolando-O em templos particulares, em grupos humanos,
em correntes diversas, mas vislumbrá-Lo e segui-Lo
como o Centro da Biologia Universal do Espírito,
um farol do futuro, um infinito, uma corrente de pensamento
sempre presente para o governo e o despertar do Homem
e do mundo.
12 – Unir Espiritismo e Espiritualidade, Razão
e Intuição, Ciência e Religião,
Imparcialidade e Universalidade, Individualidade e Coletividade,
Oriente e Ocidente, suportando e perdoando uns aos outros,
exercendo o auxílio recíproco, mantendo
o vínculo da paz, e a busca incansável
e inadiável da perfeição. Superando
em regime de comunhão, o acúmulo psicológico,
que diariamente, arquivamos em nosso campo mental, descobrindo
a essência da verdadeira liberdade, abandonando
os condicionamentos acumulados na experiência,
reconhecendo que nada sabemos, desenvolvendo a percepção
e a atenção interiores, redescobrindo
o silêncio, o infinito, a eternidade, onde Deus
se pronuncia e faz morada.
13 – Enfim uma instituição que
tenha como propósito fundamental a libertação
do Homem de suas limitações, a realização
não condicionada do ser, livrando-o das suas
inúmeras muletas psicológicas, tanto quanto
possível, imprimindo em cada ser, o máximo
de transformação suportável, sondando
o mundo interior e exterior, indo muito além
dos conflitos entre o nascimento e a morte, superando
todo princípio de autoridade, levando-o as novas
fronteiras da percepção, superando o devenir
psicológico, a reforma no tempo, a dor, as respostas
parciais, proporcionando-lhe a possibilidade de uma
revolução da consciência, um mergulho
na profundidade de si mesmo, dando nascimento a um estado
pleno de criatividade.
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