| Iniciaremos
pelas revelações e ensinos do Livro dos
Mortos do antigo Egito, do Bhagavad Gita, do Livro Tibetano
dos Mortos, dos Upanixades, do Tao te King de Lao-Tsé,
do I Ching, da Torá, do Antigo e Novo Testamento,
dos escritos bíblicos tidos apócrifos,
dos Manuscritos do Mar Morto, do Evangelho de Tomé,
de Hermes Trimegisto, do Budismo, especialmente do Zen-Budismo,
do Confucionismo, da filosofia grega com ênfase
em Pitágoras, Sócrates, Platão
e Aristóteles, do Direito Romano, do Alcorão
Sagrado, da mística Surfi, da Qabalah, do Tarô,
do Eneagrama, dos escritos, vidas e exemplos de Santo
Agostinho, São Francisco de Assis, Santo Tomás
de Aquino, São João da Cruz, Santa Tereza
de Jesus, São Francisco de Sales, Santa Catarina
de Sena, Santa Clara, dos revolucionários e mártires
da Reforma e Contra-Reforma, dos preceitos, concepções
de Roger Bacon, Erasmo, Francis Bacon, Galileu Galilei,
Giordano Bruno, Maquiavel, Newton, Spinoza, Descarte,
Rosseau, Leibniz, Voltaire, Blaise Pascal, Kierkegaard,
Immanuel Kant, Hegel, Auguste Comte, Schopenhauer, Bertrand
Russell, Henri Bergson, Karl Popper, Wittgenstein e
Heidegger. Ganharemos desenvolvimento nos modelos e
orientações educacionais de Johann Pestalozzi,
Piaget, Vigotsky, Makarenko, Froebel, Cousinet e Ferrière,
Maria Montessori, Anália Franco, Pedro de Camargo
Vinícius, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro
e Paulo Freire. Das ciências psicológicas
não só obteremos saber, como teremos as
mais diversas ferramentas práticas, voltadas
para o autoconhecimento, tendo destaque os escritos
e métodos terapêuticos de Sigmund Freud,
Carl Jung, Marie-Louise Von Franz, Alfred Adler, Wilhelm
Reich, Skinner, Carl Rogers, Frederich S. Perls, Abraham
Maslow, W. James, Lacan, R. D. Laing, Edward C. Whitmont,
Erich Neumann, Roberto Assagioli, Stanislav Grof, Melanie
Klein, Winnicott, Robert A. Johnson e Ken Wilber. Todos
esses conceitos e visões ganharam respaldo e
expansão nas descobertas, nos trabalhos, nas
previsões e nos escritos de Lázaro Luiz
Zamenhof, Nostradamus, Gurdjieff, Ouspensky, Édouard
Schuré, Huberto Rohden, Raimundo Irineu de Mattos,
Annie Besant, Alice A. Baily, Edgar Cayse, Joseph Campbell,
Mircea Eliade, Junito de Souza Brandão, Paul
Brunton, Pierre Teilhard de Chardin, Renée Weber,
Aurobindo, Ramakrisna-Vivekananda, Lama Anagarika Govinda,
Ervin Laszlo, Karl H. Pribram, Stanley Krippner, Fritjof
Capra, Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Stephen Hawking,
George Smoot, David Bohm, Danah Zohar, Michio Kaku,
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, João
Magueijo, Francisco Di Biase e Richard Amoroso, Brian
Greene, Ilya Prigogine, Richard P. Feynman, Max Born,
Steven Webster, James Gleick, Poincaré, Albert
Einstein, Edwin Hubble, Niels Bohr e Werner Heisenberg,
W. Pauli, Erwin Schrödinger, João Varela,
D. T. Suzuki, James LovelocK, Rupert Sheldrake, Hernani
Guimarães Andrade, C. Tôrres Pastorino,
Brian Weiss, Aldous Huxley e especialmente J. Krishnamurti.
Nenhuma síntese nasce apenas da leitura ou união
destes e de outros diversos autores, destas e de outras
filosofias, das religiões mais conhecidas e dos
conceitos de maior aceitação da ciência,
da psicologia, sociologia, antropologia, etc. Faz-se
necessário um eixo condutor, um filtro, um campo
ordenador e selecionador, uma bateia capaz de separar
as pedras preciosas do cascalho já superado,
agrupando pelas vias da intuição as múltiplas
verdades, ampliando os conceitos centrados apenas no
materialismo, focando e dando maior significado às
concepções espiritualistas, facilitando
a compreensão e em tudo revelando a presença
e a Ordem Divina. O nosso eixo, o nosso filtro, o nosso
campo ordenador e selecionador serão os ensinos
dos Espíritos, pelas revelações
anunciadas a Allan Kardec, Léon Denis, Camille
Flammarion, Gabriel Delanne, William Crookes e J. B.
Roustaing, pelas lições, obras e exemplos
de Emmanuel, André Luiz, Bezerra de Menezes,
Bittencourt Sampaio, Eurípedes Barsanulfo, Batuíra,
Antônio Luiz Sayão e Guillon Ribeiro. Sustentando-se
ainda nas outras produções mediúnicas
de Chico Xavier, de Yvonne A. Pereira, de Frederico
Pereira da Silva Júnior e Hernani T. Sant Anna,
entre vários outros.
Os horizontes tão vastos do conhecimento, em
que as nossas bases filosóficas se sustentam,
redefinidas, ornadas e engrandecidas pelas diretrizes
seguras dos ensinos dos Espíritos, necessitam,
também, se apoiar nos alicerces de uma teoria
geral e fundamental, de um sistema filosófico
completo, explicativo, que tudo oriente no seio do funcionamento
universal, de uma ciência nova e profunda, não
agnóstica, que não ignore os fins últimos
da vida, que supere o intelecto frio e que não
vise a apenas se tornar uma fábrica de comunidades
para o bem-estar humano, uma nova prática religiosa
que nos una a Deus não pelos conceitos ou princípio
de autoridade, mas pelos pensamentos e atos, uma religião
de substância, livre, que permita perguntas e
pesquisas, uma porta aberta para o caminho da evolução.
Sem isso as nossas ações e ideais por
mais puros, amplos e sinceros que possam ser, serão
uma tentativa cega, carente de princípios universais
diretivos e sem um plano geral, que possa seguramente
nos orientar. A obra que cumpre este papel, encaixando
perfeitamente nesta rede de teorias e práticas,
como as peças de um grande quebra-cabeça,
que tudo sintetiza e dá sentido por ser e oferecer
um sistema filosófico completo, e que é
e será a mola propulsora e o motor dinamizador
do nosso complexo, é a monumental obra do médium,
místico, professor e pensador italiano Pietro
Ubaldi. Essa obra, composta de vinte quatro volumes,
será a espinha dorsal de todo o organismo, a
pedra angular, o centro de gravidade dos nossos esforços
de síntese, ensino, aprendizagem recíproca,
doação, atendimento, terapia e integração
do ser.
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